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	<title>Rede de Blogs - Instituto Inovação</title>
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	<description>Blogs do II</description>
	<pubDate>Mon, 08 Sep 2008 17:51:49 +0000</pubDate>
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<title>Rede de Blogs - Instituto Inovação</title>
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		<title>Seja bem-vindo</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Aug 2008 18:45:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>brubrant</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Essa é a rede de Blogs do Instituto Inovação. Além do Blog oficial do Instituto a rede é composta por blogs pessoais de alguns dos Analistas do II e alguns parceiros.

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			<content:encoded><![CDATA[<div class="announcement_post"><p>Essa é a rede de Blogs do Instituto Inovação. Além do Blog oficial do Instituto a rede é composta por blogs pessoais de alguns dos Analistas do II e alguns parceiros.</p>
</div>
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		<title>My Barack Obama</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Sep 2008 17:51:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Experiências Internacionais]]></category>

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		<description><![CDATA[

Barack Hussein Obama já fez história. É o primeiro negro candidato à presidência dos EUA, a maior potência mundial, por um dos partidos majoritários.
Mas, um ano atrás, você saberia quem é Barack Hussein Obama?
Provavelmente não. E o mais surpreendente é que a maioria dos americanos também teriam a mesma resposta. Pouco gente conhecia Barack Obama.
Então, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>
<div class="alinhar_dir_caixa"><img src="http://blog.institutoinovacao.com.br/up/i/in/blog.institutoinovacao.com.br/img/558045798_e66f722d6b_1.jpg" alt="558045798 e66f722d6b 1 - 558045798 e66f722d6b 1" /></div>
<p>Barack Hussein Obama já fez história. É o primeiro negro candidato à presidência dos EUA, a maior potência mundial, por um dos partidos majoritários.</p>
<p>Mas, um ano atrás, você saberia quem é Barack Hussein Obama?</p>
<p>Provavelmente não. E o mais surpreendente é que a maioria dos americanos também teriam a mesma resposta. Pouco gente conhecia Barack Obama.</p>
<p>Então, como o obscuro senador de Illinois tornou-se este fenômeno. Como ele conseguiu derrotar o establishment democrata e vencer Hillary Clinton? Como ele conseguiu ser o favorito a se tornar o quadragésimo terceiro presidente na história dos Estados Unidos da América?</p>
<p>Semana passada, assisti pela segunda vez uma palestra do Oswaldo Gouvêa, um dos sócios do <a href="www.peabirus.com.br">Peabirus</a>, rede social ligada ao Grupo Estadão. O Oswaldo, além de ser um orador de primeiríssima, consegue dar vários insights sobre as perspectivas tecnológicas e principalmente da web 2.0 durante sua palestra. Um  dos exemplos que o Oswaldo usa para ilustrar suas idéias é o site do Barack Obama. &#8220;É uma revolução. Nunca mais as eleições em qualquer canto do mundo serão as mesmas&#8221;. A palestra do Oswaldo atiçou minha curiosidade.</p>
<p>Depois me deparei com uma reportagem da <a href="https://www.technologyreview.com/Infotech/21222/">Technology Review</a> (publicação sobre tecnologia do MIT - Massachusetts Institute of Technology). O título da reportagem <a href="https://www.technologyreview.com/Infotech/21222/">&#8220;How Obama Really Did It&#8221;</a>, que numa livre tradução seria &#8220;Como Obama Realmente Conseguiu&#8221;.</p>
<p>Bem, o que Barack Obama fez de diferente foi fundamentalmente utilizar as ferramentas de web 2.0 como ninguém utilizou antes e com resultados surpreendentes. Obama botou a web no centro de sua estratégia de campanha, contratou profissionais gabaritados e montou uma rede social de qualidade, extremamente inteligente e inovadora.</p>
<p>Parte da equipe que está capineando este projeto tentou fazer o mesmo pelo pré-candidato democrata Howard Dean em 2004, mas sem sucesso. Qual seria a diferença entre Dean 2004 e Obama 2008? Nos últimos 4 anos a internet sofreu uma revolução. O surgimento de sites como Facebook, Myspace, Orkut e Youtube mudaram radicalmente o modo como as pessoas se relacionam com a web. Em 2004, blog era novidade, em 2008 é realidade. Em 2004, rede social era o futuro, em 2008 é presente. O cidadão e o eleitor já estão educados na nova web, não precisam ser tutoriados.</p>
<p>Obama criou em seu site uma rede social, chamada &#8220;<a href="http://www.barackobama.com/index.php">My Barack Obama</a>&#8220;, ou &#8220;<a href="http://www.barackobama.com/index.php">MyBO</a>&#8220;, para os íntimos.</p>
<p><a href="http://blog.institutoinovacao.com.br/up/i/in/blog.institutoinovacao.com.br/img/.resized_Picture1.jpg"><img src="http://blog.institutoinovacao.com.br/up/i/in/blog.institutoinovacao.com.br/img/.resized_Picture1.jpg" alt="Picture1 - Picture1" /></a></p>
<p>Uma vez cadastrado da rede, o cidadão se transforma de eleitor para apoiador, participando ativamente da campanha. E o site dá ferramentas e instruções de como apoiar ativamente o candidato.</p>
<p>O pessoal que mora na vizinhança está cadastrado para votar? MyBO dá o telefone de cada um dos seus vizinhos e já sugere o que você deve falar com cada um deles. Se eu quero organizar um evento de apoio, MyBO já te dá dicas de quanta gente convidar, como deve ser feito o convite, etc. Você pode fazer o download de um modelo e imprimir em casa.</p>
<p>De acordo com o CEP da sua casa, o site já sabe qual é o problema que mais aflige aquela comunidade. Se é desemprego, dá-lhe material sobre as propostas de Obama para gerar postos de trabalho. Se é poluição, eis as propostas de Obama para combater o aquecimento global. </p>
<p>Meus contatos do Outlook (ou do Gmail, ou do Yahoo, ou do Facebook ou&#8230;) são eleitores? MyBO dá uma ferramenta para você baixar automaticamente estes dados e sugere que você mande um e-mail para cada um deles convidando a fazer parte da rede.</p>
<p>No MyBO, o apoiador pode estabelecer metas próprias de arrecadação de fundos. Para bater a meta, o apoiador pode tanto doar seu próprio dinheiro, quanto convencer seus parentes, vizinhos, colegas a doar e isto conta para a meta do apoiador. E MyBO aceita qualquer cartão de crédito, basta ser cidadão americano que você está apto a doar qualquer quantia. 48% dos fundos arrecadados por Obama vieram de doações inferiores a 200 dólares.</p>
<p>Tudo o que apoiador faz é de certa maneira coordenado e gerenciado pela equipe de campanha.</p>
<p>Finalmente, e talvez o item mais importante da estratégia de Obama: torne-se viral na internet. Qualquer ferramenta importante web 2.0 é usada por Obama. No Facebook, no Twitter, no Linkedin, nas redes sociais hispânicas, em qualquer lugar, Obama e seus apoiadores estão. Veja quadro abaixo publicado originalmente na <a href="https://www.technologyreview.com/Infotech/21222/">Technology Review</a> com dados comparativos da ação de Obama internet.</p>
<p>
<div class="centralizado"><a href="http://blog.institutoinovacao.com.br/up/i/in/blog.institutoinovacao.com.br/img/.resized_charts_x600.jpg"><img src="http://blog.institutoinovacao.com.br/up/i/in/blog.institutoinovacao.com.br/img/.resized_charts_x600.jpg" alt="charts x600 - charts x600" /></a></div>
</p>
<p>E os outros candidatos não estão fazendo algo semelhante? Sim, mas a grande diferença é que Obama colocou a web e as ferramentas 2.0 no centro de sua campanha e não como acessório. A campanha de McCain ainda está num paradigma de campanha antigo, contando com grandes doadores e com estratégias de comunicação mais tradicionais e que foram vencedoras no passado.</p>
<p>E o futuro?</p>
<p>Podemos imaginar um cenário bem interessante tanto com Obama eleito presidente, como ele derrotado por McCain. No primeiro caso, MyBO pode se transformar num embrião de governo 2.0. Na oposição, Obama continuaria forte, se conseguir manter o entusiasmo dos seus milhões de apoiadores.</p>
<p>De qualquer forma, a revolução nas campanhas eleitorais Obama já fez.</p>
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		<title>Brasil no mapa mundial do Open Innovation</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Sep 2008 20:27:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Fomento]]></category>

		<category><![CDATA[Inovação Empresarial]]></category>

		<category><![CDATA[Open innovation]]></category>

		<category><![CDATA[Pesquisa e Desenvolvimento]]></category>

		<category><![CDATA[Produtos, serviços ou processos inovadores]]></category>

		<category><![CDATA[Sugestão de Leitura]]></category>

		<category><![CDATA[Transferência Tecnológica]]></category>

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		<description><![CDATA[Saiu mais uma newsletter do Radar do Inovação, o centro de conhecimento do Instituto Inovação. 
Nesta edição:

Instituto Inovação realiza alianças internacionais com InnoCentive e Ninesigma e insere Brasil no mapa mundial do Open Innovation
Métodos de Valoração de Tecnologias
A Política de Desenvolvimento Produtivo do Governo Federal e a macrometa de aumentar o investimento privado em P&#38;D
Internacional: [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Saiu mais uma newsletter do Radar do Inovação, o centro de conhecimento do Instituto Inovação. </p>
<p>Nesta edição:</p>
<div class="alinhar_esq_caixa"><img src="http://blog.institutoinovacao.com.br/up/i/in/blog.institutoinovacao.com.br/img/img_noticia_open_1.jpg" alt="img noticia open 1 - img noticia open 1" /></div>
<p><a href="http://www.institutoinovacao.com.br/_noticia/idioma/1/150/Instituto+Inovacao+realiza+aliancas+internacionais+com+InnoCentive+e+Ninesigma+e+insere+Brasil+no+mapa+mundial+do+Open+Innovation">Instituto Inovação realiza alianças internacionais com InnoCentive e Ninesigma e insere Brasil no mapa mundial do Open Innovation</a></p>
<p><a href="http://www.institutoinovacao.com.br/_estudo/idioma/1/159/Metodos+de+Valoracao+de+Tecnologias">Métodos de Valoração de Tecnologias</a></p>
<p><a href="http://www.institutoinovacao.com.br/_estudo/idioma/1/158/A+Politica+de+Desenvolvimento+Produtivo+do+Governo+Federal+e+a+macrometa+de+aumentar+o+investimento+privado+em+PeD">A Política de Desenvolvimento Produtivo do Governo Federal e a macrometa de aumentar o investimento privado em P&#38;D</a></p>
<p><a href="http://www.institutoinovacao.com.br/_noticia/idioma/1/151/Internacional-+Colombia+utiliza+metodologias+do+Instituto+Inovacao+para+avaliar+potencial+de+tecnologias">Internacional: Colômbia utiliza metodologias do Instituto Inovação para avaliar potencial de tecnologias</a></p>
<p>Quem quiser receber sempre, é só <a href="http://www.institutoinovacao.com.br/_radar/idioma/1">registrar</a>. </p>
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		<title>Tendências que inspiram</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Sep 2008 19:01:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Blogs da Rede Instituto Inovação]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma boa dica para aqueles que trabalham com o desenvolvimento de novos produtos ou serviços é o site Trendwatching. Anualmente eles publicam um &#8220;Trend Report&#8221;, um completíssimo e inspirador relatório. Na lista das empresas que compram regularmente esse relatório estão: Google, Natura, Lego, Apple, Rede Globo e Disney.
Além desse relatório anual, que é pago, eles [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma boa dica para aqueles que trabalham com o desenvolvimento de novos produtos ou serviços é o site <a href="http://www.trendwatching.com" target="_blank">Trendwatching</a>. Anualmente eles publicam um &#8220;Trend Report&#8221;, um completíssimo e inspirador relatório. Na lista das empresas que compram regularmente esse relatório estão: Google, Natura, Lego, Apple, Rede Globo e Disney.</p>
<p>Além desse relatório anual, que é pago, eles publicam mensalmente um <i>briefing</i> muito interessante com diversas tendências de consumo. O título do <i>briefing</i> <a href="http://www.trendwatching.com/trends/offon.htm">desse mês</a> é:</p>
<p><strong><a href="http://www.trendwatching.com/trends/offon.htm">OFF = ON</a></strong></p>
<p>
<div><a href="http://iiblogs.com/wp-content/plugins/wp-o-matic/cache/31721_.resized_pixelsofa.jpg"><img src="http://iiblogs.com/wp-content/plugins/wp-o-matic/cache/31721_.resized_pixelsofa.jpg" alt="pixelsofa - Sofá de Pixels" /></a></div>
</p>
<p><P></p>
<p>De um grosso modo podemos dizer que eles apontam a tendência de que o <i>mundo offline</i> se espelhe cada vez mais no <i>mundo online</i>, desde o desenvolvimento de produtos até a relação com consumidores. </p>
<p>O <i>briefing</i> do mês passado, chamado &#8220;<a href="http://www.trendwatching.com/trends/innovationavalanche.htm">Innovation Avalanche</a>&#8221; também é muito bom e merece uma visita.</p>
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		<title>Apple e Google</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Sep 2008 19:01:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Blogs da Rede Instituto Inovação]]></category>

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		<description><![CDATA[


A Apple, que junto com o Google é a dupla do momento ícone de sucesso e inovação, superou essa semana o Google em valor de mercado. Foi por bem pouco, e aconteceu em um momento em que a Apple vendeu 1 milhão de Iphone 3G em um fim de semana, e o Google perde dinheiro [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>
<div><a href="http://iiblogs.com/wp-content/plugins/wp-o-matic/cache/cbc67_.resized_google_and_apple.jpg"><img src="http://iiblogs.com/wp-content/plugins/wp-o-matic/cache/cbc67_.resized_google_and_apple.jpg" alt="google and apple - google and apple" /></a></div>
</p>
<p>A Apple, que junto com o Google é a dupla do momento ícone de sucesso e inovação, superou essa semana o Google em valor de mercado. Foi por bem pouco, e aconteceu em um momento em que a Apple vendeu 1 milhão de Iphone 3G em um fim de semana, e o Google perde dinheiro com publicidade por causa da crise nos Estados Unidos. </p>
<p>Muito já se falou em como as duas empresas são diferentes na geração de inovações estrondosas, com o Google lançando produtos com agilidade, ainda na versão beta, e a Apple segurando o desenvolvimento fechado até os <em>&#8220;i&#8221; products</em> estarem perfeitos para irem ao mercado. Acredito que não existe só um jeito de ser inovador. As cifras da Apple e do Google demonstram que estilos diferentes podem funcionar bem. O importante é que a cultura da empresa, a estratégia, a estrutura, os processos das organizações considerem o fator &#8220;inovação&#8221;, e façam com que ele trabalhe a seu favor, gerando desempenho superior. Por ora, ligeiramente superior, no caso da Apple: U$ 158,8 bilhões, frente os U$ 157,2 bilhões do Google. Nada mal. </p>
<p>Os dados desse post foram retirados da matéria <a href="http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20080816/not_imp224940,0.php"><em>Apple derrota o Google e reina no Vale do Silício</em>, do Estadão</a>. </p>
<p>Os créditos para a imagem inusitada são para <a href="http://enterprisecollab.wordpress.com/2008/01/23/when-google-eats-an-apple/">este blog</a>.<br />
<em><br />
As opiniões no post são da autora e não refletem, necessariamente, a opinião da organização.</em></p>
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		<title>Overdose de Inovação (ou como criar um Produto Sexy)</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Sep 2008 19:01:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Blogs da Rede Instituto Inovação]]></category>

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		<description><![CDATA[Além do excesso de mensagens, excesso de informação e excesso de produtos, vivemos num momento de excesso de inovações. Essa é a opinião de Luli Radfahrer, Ph.D em comunicação digital pela ECA-USP. 
Em palestra ministrada recentemente, o professor faz uma análise muito divertida dessa sobrecarga que vivemos, nos mostra sua visão do que seria a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Além do excesso de mensagens, excesso de informação e excesso de produtos, vivemos num momento de excesso de <strong>inovações</strong>. Essa é a opinião de Luli Radfahrer, Ph.D em comunicação digital pela ECA-USP. </p>
<p>Em palestra ministrada recentemente, o professor faz uma análise muito divertida dessa sobrecarga que vivemos, nos mostra sua visão do que seria a criatividade, dos tipos de &#8220;criativos&#8221; que percebe e define muito bem a inovação.</p>
<p>Depois dessa introdução e contextualização, Luli apresenta com a propriedade de um inovador o processo de inovação, iniciando pelos obstáculos, passando pela formatação da idéia e chegando no &#8220;produto sexy&#8221;.</p>
<p>O vídeo traz vários insights interessantes e sem dúvidas vale o tempo despendido.</p>
</p>
<p>Para assistir o vídeo em tela cheia basta clicar no ícone da direita (depois de dar <em>play</em> no vídeo). Caso você tenha gostado muito da palestra e queira ver os slides, eles estão disponíveis <a href="http://www.luli.com.br/admin/wp-content/uploads/2008/08/inovac.jpg">aqui</a>.</p>
<p>Via: <a href="http://meiobit.pop.com.br/destaque/meiobit-expo-palestra-do-professor-luli-radfahrer" target="_blank">Meiobit</a></p>
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		<title>Cabeça no espaço. Negócios na Terra</title>
		<link>http://iiblogs.com/2008/09/05/cabeca-no-espaco-negocios-na-terra/</link>
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		<pubDate>Fri, 05 Sep 2008 19:01:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Blogs da Rede Instituto Inovação]]></category>

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		<description><![CDATA[Procurar vida em outros planetas é só uma das missões da Nasa. Para sobreviver, a agência tenta se tornar uma máquina de inovações para as empresas americanas.
Durante boa parte de seus 50 anos de existência, a Nasa, agência espacial americana, foi um dos símbolos do poderio de um país. Seus laboratórios impressionantes e sua equipe [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Procurar vida em outros planetas é só uma das missões da Nasa. Para sobreviver, a agência tenta se tornar uma máquina de inovações para as empresas americanas.<br />
Durante boa parte de seus 50 anos de existência, a Nasa, agência espacial americana, foi um dos símbolos do poderio de um país. Seus laboratórios impressionantes e sua equipe de cientistas transformaram delírios — como a chegada do homem à Lua e a exploração de Marte — em realidade. Em parte, graças à Nasa os Estados Unidos ganharam a corrida espacial e a batalha de imagem que cercou os anos da Guerra Fria. Mas o socialismo caiu com o Muro de Berlim, e a conquista do espaço perdeu muito de seu charme. E, para sobreviver e garantir recursos, a Nasa teve de encontrar um novo caminho. Nos últimos anos, sua formidável máquina de inovação vem sendo colocada a serviço do desenvolvimento de idéias que possam mudar o dia-a-dia de pessoas comuns, que jamais sairão da Terra. Assim como boa parte das universidades americanas, a Nasa tornou-se uma extensão das áreas de pesquisa e desenvolvimento de grandes empresas. Nos gloriosos tempos da Guerra Fria, quando andar à frente dos russos era a obsessão da Casa Branca, o orçamento anual da Nasa era de 25 bilhões de dólares. Hoje, a verba repassada é 30% menor e as críticas ao apoio governamental são cada vez maiores.“A tendência é que, no futuro, uma parte considerável do dinheiro da Nasa venha da iniciativa privada”, afirma Michael Kearney, presidente da SpaceHab, consultoria dos Estados Unidos especializada na indústria tecnológica. </p>
<p>Ao mesmo tempo que procura vestígios de vida em Marte e vasculha o universo em busca de planetas que um dia possam servir de novos lares para a humanidade, a Nasa prospecta hoje novos negócios em campos que vão do turismo espacial à indústria farmacêutica. Até a década de 70, a Nasa possuía cerca de 30 parcerias com empresas. Hoje, são quase 400, que incluem nomes como Google, Ford e Goodyear. Caso prosperem algumas das inovações que estão sendo desenvolvidas, os carros de passeio ganharão, no futuro, equipamentos como pneus da Goodyear à prova de furos. E sistemas capazes de diagnosticar problemas elétricos nos modelos montados pela Ford.</p>
<p><em><em><em>Este texto é parte da reportagem da revista Exame de 07/08/08.</em></em></em><br />
O texto completo pode ser acessado pelo link a seguir: <a href="http://portalexame.abril.com.br/degustacao/secure/degustacao.do?COD_SITE=35&amp;COD_RECURSO=211;831&amp;URL_RETORNO=http://portalexame.abril.com.br/revista/exame/edicoes/0924/mundo/m0165412.html">Revista Exame</a></p>
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		<item>
		<title>Da próxima vez que for a Nova York, cuidado com a meningite…</title>
		<link>http://iiblogs.com/2008/09/05/da-proxima-vez-que-for-a-nova-york-cuidado-com-a-meningite%e2%80%a6/</link>
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		<pubDate>Fri, 05 Sep 2008 19:01:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Blogs da Rede Instituto Inovação]]></category>

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		<description><![CDATA[


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ATENÇÃO: Informes urgentes para o turista hipocondríaco:
- Cuidado com a meningite em Nova York.
- Gripe aviária ataca o Egito.
- Estudantes de Sydney ameaçados pela malária.
- Dengue, diarréia, febre tifóide, leptospirose, tétano e tuberculose nas Filipinas.
- E pra que tiver coragem de ir para o Iraque, tem que tomar cuidado não só com os homens bombas, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>
<div><a href="http://iiblogs.com/wp-content/plugins/wp-o-matic/cache/c6c29_.resized_Theo_La_Photo.jpg"><img src="http://iiblogs.com/wp-content/plugins/wp-o-matic/cache/c6c29_.resized_Theo_La_Photo.jpg" alt="Theo La Photo - Theo La Photo" /></a></div>
<p>
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<p><strong>ATENÇÃO: Informes urgentes para o turista hipocondríaco:</strong></p>
<p>- Cuidado com a meningite em Nova York.<br />
- Gripe aviária ataca o Egito.<br />
- Estudantes de Sydney ameaçados pela malária.<br />
- Dengue, diarréia, febre tifóide, leptospirose, tétano e tuberculose nas Filipinas.<br />
- E pra que tiver coragem de ir para o Iraque, tem que tomar cuidado não só com os homens bombas, mas também com a raiva canina.</p>
<p>Estas informações estão todas condensadas no <a href="http://www.healthmap.org/en">HealthMap</a>, um site que quer ser o mapa global de alerta para as doenças e epidemias.</p>
<p>O sistema do site é sem dúvida inovador. Várias fontes de notícias são agregadas: notícias que saem na imprensa sobre o aparecimento de doenças, fontes oficiais, como a OMS, ou para-oficiais, como ONG&#8217;s que monitoram o aparecimento de epidemias. Tudo isto é analisado e plotado numa ferramenta Google Maps.</p>
<p>O usuário pode ser desde um turista hipocondríaco, até mesmo um pesquisador que quer estudar o comportamento de determinada doença.</p>
<p>O fato de contar com fontes oficiais e não-oficias (porém confiáveis) faz com que o <a href="http://www.healthmap.org/en">HealthMap </a>sirva também como uma fonte do aparecimento de doenças em países onde o governo esconde tal fato, preocupado com o impacto no turismo ou na popularidade do governante.</p>
<p>Além disso tudo, o site ainda pode servir de alerta para as autoridade públicas sobre o aparecimento de doenças em países ou regiões próximas.</p>
<p>E da próxima vez que for ao Brasil, muito cuidado com a dengue, hantavívus, infecção hospitalar e febre amarela&#8230; Ops&#8230; estou no Brasil&#8230; Socorro!!!</p>
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		<title>Teste do elevador para empreendedores…</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Sep 2008 19:01:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
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Você é um empreendedor com uma grande idéia a busca e um investidor para abrir sua empresa. De repente, por um acaso, você se vê sozinho no elevador com um grande investidor e tem a oportunidade de naquele curto espaço de tempo expor sua idéia para a pessoa que pode tornar seu sonho viável. É [...]]]></description>
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<p>Você é um empreendedor com uma grande idéia a busca e um investidor para abrir sua empresa. De repente, por um acaso, você se vê sozinho no elevador com um grande investidor e tem a oportunidade de naquele curto espaço de tempo expor sua idéia para a pessoa que pode tornar seu sonho viável. É o teste do elevador&#8230;</p>
<p>No jargão da consultoria, o teste do elevador consiste num exercício de sumarizar as conclusões importantes de uma apresentação em 30 segundos. Em tese, este seria o tempo que você teria caso encontrasse alguém no elevador e tivesse que expor sua idéia. Este exercício ajuda a sintetizar o raciocínio e ser mais objetivo em uma apresentação, destacando as idéias essenciais.</p>
<p>Para um empreendedor, o teste do elevador pode ser aquela oportunidade única de ter alguns minutos com um investidor, expor seu plano de negócio e conseguir dinheiro para iniciar ou acelerar seu empreendimento.</p>
<p>Recentemente foram lançados dois sites que exploram exatamente esta idéia. O <a href="http://www.vator.tv/">Vator.tv</a> (americano) e o <a href="http://cmypitch.com/">cmypitch</a> (inglês) tem o mesmo conceito. O empreendedor posta um vídeo curto apresentando seu negócio. O vídeo tem que ser curto e deve incluir seu plano de negócio, a diferencial de sua idéia e quanto você necessita para iniciar/acelerar sua empresa.</p>
<p>O objetivo é que algum investidor real veja o vídeo e invista na idéia.</p>
<p>Para ajudar os investidores, os usuário já dão algumas dicas das idéias mais bacanas, através de votos, comentários e outros mecanismos web 2.0. Além disso, os investidores podem lançar desafios e competições para premiar a melhor idéia em determinado ramo de negócios.</p>
<p>Para o investidor é a oportunidade de ver várias oportunidades de maneira organizada e em um tempo curto. Para o empreendedor é a oportunidade de expor sua idéia para o público e, quem sabe, arranjar um sócio endinheirado.</p>
<p>Em tempo, o próprio <a href="http://www.vator.tv/">Vator.tv</a> é um dos negócios que procura investidores para crescer. Se você for um investidor interessado, a quantia necessária é inferior que 500 mil dólares.</p>
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		<title>Diplopedia</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Sep 2008 19:01:39 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Talvez nem os mais entusiastas da web 2.0 tenham previsto essa: desde 2006, o Governo dos Estados Unidos vem usando uma Diplopedia. 
A wiki para assuntos diplomáticos veio substituir os memorandos impressos, que continham biografias úteis em encontros entre diplomatas dos EUA e figurões de todo o mundo. Hoje, Stacie R. Hankins, que trabalha na [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Talvez nem os mais entusiastas da web 2.0 tenham previsto essa: desde 2006, o Governo dos Estados Unidos vem usando uma Diplopedia. </p>
<p>A wiki para assuntos diplomáticos veio substituir os memorandos impressos, que continham biografias úteis em encontros entre diplomatas dos EUA e figurões de todo o mundo. Hoje, <em>Stacie R. Hankins</em>, que trabalha na embaixada dos EUA em Roma, contou que <em>Ronald P. Spogli</em>, o embaixador americano por lá, costuma ler em seu <em>BlackBerry</em>, a caminho dos encontros, as informações mais completas e atualizadas de praticamente qualquer personalidade do planeta. </p>
<p>A dinâmica de construção colaborativa da Diplopedia possibilita que os diplomatas encontrem com facilidade dados atualizados. <strong>E isso é um ponto chave: a Diplopedia é mais do que a fonte de informação mais completa, ela é a melhor forma de organizar a informação para que ela seja facilmente encontrada.</strong> No mundo 1.0, a biografia de um economista americano influente poderia estar com o departamento de economia, ou de política, ou sabe-se lá onde. Na wiki, a informação pode estar em diversas categorias, e serem rapidamente disponibilizadas por mecanismos de busca.</p>
<p>É surpreendente que a cultura wiki – leia-se compartilhamento, estruturas achatadas, iniciativas emergentes, participação – tenha “pegado” em uma organização que é sinônimo de burocracia e controle de discursos. Mas pegou: desde que foi criada são 650.000 páginas vistas, e, recentemente, atingiu a marca de 20.000 novas páginas vistas por semana. Não existe nenhuma censura formal ao conteúdo, mas nunca foi preciso deletar uma página. Ela não está disponível para o público em geral. Hoje existe até mesmo um departamento de eDiplomacy. Abrir-se dessa maneira para a web 2.0 demonstra uma intenção de transformação cultural grande, e que envolve os valores mais profundos de uma organização. Blogs internos também são estimulados. </p>
<p>Questionado sobre o que aconteceria com uma pessoa que usasse dessa cultura aberta de forma indevida, <em>Mr. Hankins</em> falou que existem diversas formas de um indivíduo acabar com sua carreira, e que “o jeito wiki” é apenas o mais moderno. </p>
<p><em><a href="http://www.fastforwardblog.com/2008/08/05/if-the-us-state-department-can-use-wikis-and-blogs-effectively-so-can-your-organization/">Este post foi inspirado no post If the US State Department Can Use Wikis and Blogs Effectively, So Can Your Organization?, de Jon Husband.</a></em></p>
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